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JOSE EDUARDO DOS SANTOS ULTRAP

JOSE EDUARDO DOS SANTOS ULTRAPASSOU O LIMITE DA SUA GOVERNAÇÃO

É momento para que os angolanos possam considerar a gravidade em que carece o nosso país em todos domínios e encontrar meios susceptíveis e capazes de salvaguardar a soberania da nação, a consolidação de paz e a democracia que parecem sofrer algumas carências.

 

O sistema adoptado pelo José Eduardo dos Santos desde a sua tomada de posse em 1979 até a data presente, emergiu o nosso país numa corrupção virtiginosa, divisão etníca e numa pilhagem sistemática dos bens de Estado angolano.

 

Desde de então, o ódio, o tribalismo, e o assassinato, serviram como meios importantes para o MPLA pudesse difundir o seu sistema neocolonialista em Angola. O respectivo sistema, culminou ambas as partes sem que os angolanos encontrassem um consenso eficaz e capaz de transcender a situação em todo território angolano. Ainda pelo ódio e pela influência eduardista noutra parte, os angolanos eram sujeitos a massacrarem-se uns aos outros. E apartir desta data, marcou-se o início do grande calvário e a humilhação de todo genéro, que dividiu os angolanos do Norte ao Sul e do este ao oeste.

 

De facto, os angolanos deveriam saber perfeitamente que o primeiro objectivo do inimigo para atingir o seu objectivo é: dividir, destruir e matar sem pena.

 

José Eduardo dos Santos nunca pegou na arma e matar os angolanos, mas serviu-se sempre do povo angolano para cometer os seus delítos e assassinatos no seio deste povo. É por esta razão que Angola, perdeu a sua dignidade de ser uma nação, cujam os filhos, são maltratados, humilhados, torturados e metidos nas prisões para passarem os restos dos seus dias na terra dos vivos. Com a vinda da dita democracia outro modo dito “africanismo”, José Eduardo dos Santos e o seu governo, adoptaram as seguinte estratégias para porem fim as reivindicações políticas em Angola:

 

  1. Desde o assassinato do líder carismático da UNITA Jonas M. SAVIMBI, e do PDP-ANA MFULUMPINGA Nlandu Victor, o governo de Luanda dirigido pelo José Eduardo dos Santos adoptou a nova estratégia de reinstruir primeiramente o Estado-maior geral das forças armdas angolanas (EMGFAA), SINFO, SIE, TPA e o Jornal de Angola, afim de cessar todas reivindicações políticas e cívicas em Angola.

 

  1. O MPLA adoptou, medidas que permitem intimidar os líderes políticos e dividir os seus  partidos em sustento da corrupção e pilhagem sistemática.

 

a)      O exemplo mais típico é do líder da UNITA Isaías SAMAKUVA, que foi alvo de um atentado logo a sua visita em Kuanza-norte, o que significa que o pacassa ferido esta furioso e desesperado dos resultados democráticos anunciados em Angola pela parte dos partidos políticos, pela sua pustura passiva e democrática. O caso do líder do PADEPA Carlos Leitão, montado pelo seu próprio secretário-geral, sobrinho do Dino Matross e  irmão do Cardoso, segundo as informações, tratou-se duma política de aliciamento do Partido de Apoio Democrático de Angola um partido que o MPDA teve mais confiança e consideração.

 

b)      A FNLA um dos maiores partidos independentistas de Angola, também foi um dos partidos que ameaçavam o regime depois da tomada de posse sucessor do Presidente Holden Roberto, o senhor Ngola Kabangu. O bureau político do MPLA, resolveu fundir-o por influência do intriguista e confusionista Lucas Ngonda. Depois deste ser treinado pelos corruptos da cidade alta, vem com o objectivo de vitimar Ngola Kabangu e passar a liderânça do partido, afim de fundir-o definitivamente, graças a Deus isto não vem acontecer, mas criou-se simplesmente a confusão e as tendências.    

 

c)      Também no seio do PRS havia uma resistência muito forte que tentou sustentar as interferência do outro lado, o homem forte e defensor legítimo do povo angolano António Muachicungo mostrou-se firme e curajoso de desenraizar a influência da cidade alta. Por esta razão, o bureau político disfarçado por Tribunal Constitucional, resolveu afastar António Muachicungo e reconhecer Eduardo Kuangani como líder legítimo do PRS. Também ide do que padeceu o líder carismático do PADEPA Carlos Leitão, o Tribunal Constitucional afecto a hierarquia inclinar toda a legítimidade do PADEPA ao senhor Silva Cardoso distinto suporte do regime segundo as informações.

 

      Segundo as informações adquiridas pela nossa direcção, Carlos Leitão álias (Bitola) e a sua   

      formação política PADEPA, apresentavam grande impasse e grande perigo ao regime

            (MPLA), caso as eleições legislativas ocorrecem em 2006 em Angola.

 

  1. O fecho dos escritórios dos organismos e organizações internacionais que operavam em Angola e que deveriam servir de testemunhas óculares deste povo, entre os quais a ONU, Amnesty Internacional, Global Witness, Caritas-Internacional, Cruz-vermelha Internacional foram alvo da estrégia política do MPLA.

 

Isto é, tudo foi preparado metodicamente. Eduardo dos Santos passou os 16 anos desde a organização das primeiras eleições legislativas e presidênciais contestadas em 1992, até a data presente a manobrar as suas estratégias marxistas de saber em primeiro lugar, como penetrar nas zonas imensas ocupadas pela UNITA durante a guerra, o tempo de limpar a sua imagem critíca no interior assim como no exterior de Angola, o tempo de recuperar no domínio da educação, de saúde e dos transportes e o tempo de eliminar todas as forças vivas que podem causar danos no seio do seu partido ou da sua candidatura.

 

É este tempo que significou a rejeição das propostas dos partidos políticos. Enquanto a moção dos partidos políticos não tinha nada de subversivo. Mas estas propostas se inscreveram simplesmente no quadro da procura duma solução equitativa para o país e os seus filhos.

 

Porque que José Eduardo dos Santos não admitiu as propostas dos partidos da oposição angolana em 2006 para a organização das respectivas eleições legislativas e presidênciais em Angola?

 

E porque que José Eduardo dos Santos vem aceitar hoje de organizar o pleito eleitoral?

Porque que estas eleições levaram muito tempo para a sua realização?

 

Aí está o problema. Porque todas forças vivas e os seus líderes legítimos estiveram ainda aptos e capazes de derrubar ou mesmo derrotar o MPLA e o seu candidato doentinho. Mas ainda há ainda possibilidades para concretizar o sonho deste povo.

  

Por esta razão e tantas outras, o MPDA apela a solidariedade de todos angolanos do interior como da diáspora, de poder apoiar os partidos políticos da oposição e os líderes legítimos deste povo, e explicar os nossos familiares de que trata-se apenas de uma campanha eleitoral e nada poderá vir mudar o nosso país, no caso desses caníbais virem conquerir a maioria absoluta nestas eleições legislativas.

 

Utilizamos todos meios susceptíveis e renunciar a presença de intriguistas e traidores da nação no seio das populações angolanas.

 

Caros compatriotas e amigos,

 

A proxíma legislatura e as eleições presidenciais na República de Angola, serão cruciais e darão muito suor frio aos camaradas.

 

Como podem constatar o nascimento duma visão recente e surpreendente como um concepto vivo que deve reanimar junto do homem como mulher, o desejo brilhante de tornar os autores da sua própria vida e do seu próprio destino.

 

Pondo particularmente em evidência, a possibilidade para aqueles e aquelas, que querem instruir-se ou proporcionar ideais e que desejam participar activamente nas manifestações da nova visão, nela exprimir sem ter conta de fazer parte da presente, mas tudo dependentemente de si próprio.

 

A acção tem como vocação, de estender as mãos para todos e todas aqueles e aquelas que não encontram-se nas fantasmas colectivistas ou no fanatismo, nem nas perversões de livre mudança ou de deixar fazer e que pensem conosco, que haja lugar na política angolana, para a liberdade de

Expressão e para um Estado estável, livre e democrático, onde todos os povos possam ter o direito da expressão livre e do pão. A primazia de ser humana e a dignidade; a igualdade dos direitos e sortes para todos e todas; o respeito das liberdades fundamentais; a responsabilidade; a solidariedade social; o trabalho; a liberdade de aprender e de criar; a livre escolha do modo de vida (familhar, escolar, vítal, solidária, mediatíca); a liberdade de pensar e de expressar; a tolerância e o direito a diferênça; a participação activa dos cidadãos aos debates políticos.

 

MPDA oferece a todos e todas uma política de transparência, credível e dá também sinais de aproximação cada vez mais do nosso país. Abre igualmente a todos cidadãos e a opinião pública em particular, um espaço livre e aberto onde todos angolanos podem se exprimir livremente, sem discriminação de raça, nem da classe, cultura ou religião.

 

Trabalhemos juntos em prol e na busca de soluções objectivas para a salvaguarda da nação angolana. Tragam uns aos outros mensagens de solidariedade aos nossos povos do Sul ao Norte.

Não sejamos passívos sobre a realidade em que carece o nosso país. Mas trabalhemos para o progresso duma nação para todos e todas. Hoje todo mundo realça-se sobre da mudança, é uma boa coisa, mas esta deve ser feita na verdade, na paz e na justiça.

 

QUE DEUS ABENÇOA ANGOLA E O SEU POVO

 

O vosso irmão

Massunguna da Silva Pedro

Presidente do MPDA

 

 

 

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Dernière mise à jour de cette rubrique le 06/08/2008
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