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COMUNICADO
MOVIMENTO PARA A PAZ E A DEMOCRACIA EM ANGOLA
MPDA
QUATRO ANOS DE RESISTÊNCIA
Tudo aconteceu na vespéra de Sexta-feira dia 2 de Julho de 2004, após o Conselho da República “CR” convocado pelo José Eduardo dos Santos presidente do MPLA, foi abaleado o II° líder carismático da oposição angolana do século XXI o professor MFULUMPINGA Nlandu Victor, líder do PDP-ANA, Deputado e Membro do Conselho da República (órgão consultivo do Estado angolano).
MFULUMPINGA Nlandu Victor, foi um dos defensores dos direitos fundamentais do povo angolano e quadro angolano extremamente importante o seu assassinato interviu como pela coïncidência, o dia em que este líder do PDP-ANA propôs propostas mais consideráveis no contéudo do poder relativamente a organização das proxímas eleições. Nas suas propostas, o líder da oposição estimou como todos outros membrosda oposição, que as condições estavam reunidas para fixar a data das eleições em 2005 como tinha-o preconizado José Eduardo dos Santos, logo a sua visita em Cabo-verde.
Mas por razões não especifícas até lá, a proposição tinha sida negada sem exame dos homens de José Eduardo dos Santos. MFULUMPINGA não tinha nada de subversivo, mas ele se inscreveu simplesmente no quadro da procura intelignte duma solução pragmática ao problema das instituições no País.
Esta foi a única sugestão que custou a vida deste político de 58 anos de idade, onde a sondagem dada se as eleições tivesse lugar em 2005. Um homem que contava com apoio de todos angolanos da diáspora e do interior, mas acabou por sacrificou-se para a democratização de Angola.
É mais uma prova evidente da nossa luta justa para a Paz, democracia, Liberdade e Justiça Social.
Esta atitude pela parte do regime marxista de origem incerta, obrigou a diáspora angolana de levantar os seus laços de solidariedade com este Povo e dizer com a voz alta, Não, não, pela violência e a exterminação dos líderes legítimos deste Povo.
Também esta atitude aumentou a credibilidade das téses filosóficas da existência do Movimento denominado antes por (MRDA) Movimento Renovador para a Democracia em Angola e subtituido depois para o (MPDA), Movimento para a Paz e a democracia em Angola.
Os angolanos da diápora antes de tudo, solicitaram os partidos políticos angolanos afim de reagirem sobre o caso, inclusivamente a própria direcção do malogrado, negou de levantar qualquer acto de protesto contra esta acção bárbara levada acabo pela Secreta angolana e os seus cachoritos.
Por isso, o MPDA tem a razão de existir. Apartir daquela data o MPDA serviu e servirá sempre o defensor de todos cidadãos angolanos sem voz. De facto, esta foi a razão principal que obrigou os cidadãos angolanos da diáspora levantar as bandeiras do MPDA pela primeira vez no dia 30 de Julho e marchar nas ruas da capital europeia até a distinta embaixada de Angola acreditada no reino da Bélgica. Seguida a denuncia dos massacres perpetrados pelo regime contra os Povos do Norte de Angola a dita (SEXTA-FEIRA SANGRENTA), marcada com uma grande manifestação do dia 24 de Janeiro de 2005 frente a embaixada portuguesa e angolana junto a União europeia, por qual os videos serão publicados esta semana no youtube do MPDA.
Caros compatriotas e amigos,
A luta do Povo angolano para a consolidação de Paz duradoura e a liberdade de expressão é justa e lógica. O nosso Povo espera pela diáspora angolana, de poder proporcionar e determinar o futuro da nação angolana e lutar sem reserva sobre a democratização e a consolidação duma verdadeira Paz, cuja esta, tem que começar em si próprio e com as aspirações puramente patriotícos e nacionalistas.
Não esperam que os estrangeiros vêm libertar-nos! Não, somos nós próprios os angolanos, capazes de defender a integridade territorial e a unidade nacional para combater a dominação estrangeira no nosso País. Não estejam na parvicidade, mas conformem-se com o futuro deste país, a mãe Pátria de todos filhos angolanos sem excepção da pele, cultura, religião e cultura.
Unimo-nos no torno do MPDA para defender-mos a diápora e o nosso Povo oriundo no interior de Angola.MPDA para todos sejam mistiços, brancos e pretos. Adera o MPDA para defender a integridade territorial duma nação puramente livre, democrático e de direito.
Departamento de Info do MPDA
Bruxelas, 15 de Julho de 2008
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