Mudança e consolidação da Democracia iminente em Angola

MUDANCA E CONSOLIDACÃO DA DEMOCRACIA IMINENTE

 

Segundo o lider do Movimento para a Paz e a Democracia em Angola (MPDA), a mudança e a consolidação da democracia em Angola é iminente e irreversivel.

Este lider que frisava nos microfones duma radio privada, diz que os 34 anos de independência em Angola, querem significar simplesmente para os angolanos, os anos do cativeiro, da humiliação e da aristocracia do regime de Luanda.

Hoje os angolanos podem apostar na mudança e numa normalidade social, economica, tudo dependentemente da sua escolha politica e da sua determinaçao.

Acredito num crescimento intelectual, no seio do povo angolano, isto é, os tempos de guerra fratrecida deram muita lição, os angolanos aprenderam muito mais, agora apostam numa mudança politica, social, economica real, credivel e racional.

Chegou o momento para o angolano proporcionar aquilo que outra vez lhe foi retirado , o direito de exprimir, de pensar, de estudar e de participar activamente na vida politica, social e economica do pais.

Nunca os angolanos manifestaram o seu desejo e o descontentamento relativamente a degradação de vida social, a corrupção e a pilhagem sistemàtica de fundos publicos em Angola. Portanto sinto-me muito orgulhoso de ver este povo de submergir integralmente na vida politico-social e economica do nosso pais.

Estou optimista que o esforço dado pelas massas jovenis da diàspora ou seja do interior de Angola, é capaz de erradicar e desestabilizar por completo a màquina destrutora Eduardista e transcender a situação actual em Angola.

Angola é uma nação composta pelas provincias, distritos e neles as comunas e aldeias que formam uma nação. E de facto dentro desta nação, vimos os seus frutos que são as populações representadas em distintas étnias. De formas nenhuma possa o governo  ignorar as pertinências desta nação.

Creio que, com um governo legitimamente democràtico e unificado, Angola poderà ultrapassar a crise presente e adaptar-se rapidamente num sistema de desenvolvimento mais credivel, efectivo e produtivo, capaz de transcender o conflito armado em Cabinda. Esta situação tornarà-se cada vez mais dificil com o governo dos impostores e patêtos, na medida em que o respectivo não consegue encontrar uma solução pacifica capaz de transcender esta crise, por ter simplesmente contemplado o seu esforço num recurso a força, que é a via mais dificil de encontrar estabilidade naquela região nortuensa de Angola.

Não para estimar ou substimar a potencialidade de quaisquer forças armadas, mas a realidade monstra-nos que, este conflito poderà bem durar mais séculos sem encontrar estabilidade na região, a não ser, passar para uma negociação mais transparente e mais credivel com a FLEC-FAC atràves do seu lider o Sr. Nzita Henriques Tiago.

Caros compatriotas, os genocidios cometidos pelo MPLA contra o povo irmão de Cabinda é inadmissivel e intolerante. Se este povo na verdade faz parte dos povos de Angola, porque maltratar-os desta maneira? 

Porqque que o MPLA não convida os partidos da oposição ou o dito parlamento do clâ, para discutir o problema de Cabinda?

Meus irmãos, aprendemos dizer não a violência, não a força das armas e não a ditadura, porque o mundo actual encontra soluções atraves do diàlogo e através de uma negociação transparente e muito longe das armas. Este conflito so dependerà da vontade e da actuação do novo governo.

Chegou o momento de construirmos uma corrente de amor entre os irmãos, do sul ao norte e do este ao oeste, porque sem isto, não podemos de forma nenhuma falar da unidade nacional que nunca existiu desde a independência que dividiu os angolanos em vàrios grupos étnicos. 

Adaptamo-nos na politica de tolerância, de diversidade cultural e religiosa de cada um de nos, é so assim que apostaremos num verdadeiro Estado democràtico e de unidade nacional, capaz de proteger os principios basicos e fundamentais desta nação.

Adaptamo-nos num sistema mais moderado e mais seguro, que permitira as nossas populações de proporcionar, exprimir e estudar para o desenvolvimento politico-social e economico do nosso pais.

Angola é um dos produtores mundiais do petroléo, diamante, ouro etc, mas com uma taxa de pobreza e de mortalidade infantil mais elevada em relação aos outros paises africanos e com um numero mais significativo de analfabetos e desempregados, enquanto o governo fala de um crescimento economico de mais de 15%.

Segundo uma empresa estrangeira operador do petroléo em Angola que a nossa fonte teve acesso, diz que Angola produz actualmente mais de 2 milhões de barris de petroléo por dia e apesar do baixo preço do barril do petroleo actualmente, Angola tem condiçoes suficientes de poder suportar e alimentar os seus (15 milhoes de habitantes?), o que nao corresponde nem sequer a metade da populaçao da RDCongo. Angola tem dinheiro que chega para distribuir para todos os seus cidadaos e criar infrastruturas rurais que poderao ajudar a evacuaçao certas populaçoes para as suas provincias, municipios, comunas ou aldeias, para que a capitalina(Luanda), possa respirar um ar fresco, que nao é o caso actualmente.

Quantos barris produz Angola por ano, e quantos bilhões de dolars ganha Angola simplesmente em venda do petroléo?

A càlcula é tão simples: 30 dias x 12 meses =366 dias do ano x 2.000.000.000 de barris por dia =732.000.000.000 x 100 dolars barril em 2004 = 73.200.000.000.000 UD$ :(dividindo por 15 milhões de angolanos =4.880.000.000.000 UD$ por cada angolano por ano.

Ao contràrio, o contrato assinado entre o governo angolano e as respectivas empresas operadores é de 40% do produto bruto para Angola e os 60% do valor do petroléo bruto voa no orizonte das empresas operadores em Angola, e entre os 40% atribuidos miseravelmente para Angola, 20% desses bens são depositados nas contas privadas do clâ Eduardista no estrangeiro e  20% são utilizado a compra de armas e outros bens dos lideres politicos, entre outros construção de residências, compra de aviões privados etc... nem so mas a grande desgraça é do governo ter suportado o pais nas dividas externas, afim de cumprir alguns projectos traçados por ele.

Um exemplo mais concreto e tipico:

Logo a viagem que marcou com a ausência do chefe de Estado angola na alegada celebração do 32° ano da independência de Angola, presidente José Eduardo dos Santos encontrava-se numa viagem privada em Espanha. Depois de ter encontrado-se com o primeiro ministro espanhol, disse o chefe de Estado angolano, que Angola necessitava de um crédito de mais de 20 mil milhões de dolares para a reconstrução do pais.

No entanto, o governo espanhol, disponibilizou mais de 200 milhões de dolares de crédito contra garantias reais para Angola.

Depois de Espanha, este lider do MPLA e presidente de Angola José Eduardo dos Santos, seguiu para a Arabia Saudita onde foi esperado na III Cimeira da OPEP.

No seu discurso integral o presidente angolano depois de ter saudado calorosamente os demais chefes de Estados e o rei Abdullah, disse: 

A integração de Angola na OPEP, representa para nos ao mesmo tempo um estimulo e um desafio, pois conhecemos bem o importante papel que a OPEP desempenha no processo de regularização dos preços do petroleo e na estabilidade dos mercados energéticos e financeiros mundiais.

Não obstantou o presidente disse, isso explica a nossa decisão de adoptar o preço de 55 dolares por barril no Orçamento do Estado para , apesar da OPEP o ter situado em 62 dolares por barril. Este discurso data-se do mês em que Angola aderiu a OPEP e o preço do petroleo jà tinha aumentado desde o mês passado, mas o presidente angolano ainda não estava informado do aumento.

Também diz ao mesmo tempo de que Angola precisa de mais de 20 mil milhões de dolares para assegurar a sua reconstrução. E até hoje nenhum dos paises que promoveram a destruição de Angola contribuiram para a sua reconstrução frisou irronicamente o lider  e estes apenas lhe cobram dividas frisou patéticamente o lider do MPLA.

Enquanto os membros da respectiva organização esperavam do novo membro e futuro candidato a presidência desta organização em 2008, uma proposta ou programa mais objectivo e construtivo, mas não, o presidente vem apresentar as suas dificuldades e a sua incompentência relativamente ao cargo que lhe seria atribuido em 2008.

José Eduardo dos Santos disse que o seu governo tem recorrido ao crédito contra garantias reais para conseguir os fundos para construir o pais, e que ficaria muito grato se pudesse contar com créditos concessionais de instituições financeiras de alguns dos paises membros com ou sem garantias reais, no seu esforço de reconstrução nacional.

Muito triste de apreciar este tipo do discurso tão contraditorio e confuso. Quem chamou os mercenàrios para destruir Angola? Nao foi o MPLA e UNITA. Por isso, acabe a legitimidade da construção de Angola aos dois beligerantes.

Quanto a china a sua vez, jà tinha disponibilizada mais de 5 bilhões de dolares para a reconstrução de Angola, entre os quais 2 bilhões de dolares foram depositados numa conta privada em Hong-Kong, ao beneficio do General Hélder Vieira Dias, segundo o antigo director do SIE e o SINFO. Agora o presidente José Eduardo dos Santos, procura novos azares para mergulhar o pais numa divida externa insustentàvel e impagàvel.

José Eduardo dos Santos, nunca realizou consultações com as entidades financeiras ou economicas, para poder analizar e avaliar o montante do crédito necessitado, os esforços ou mecanismos susceptiveis para o seu reembolso, no tempo e no espaço. Tudo depende dos seus sobrinhos e primos da dita sindicância constituida pelo proprio presidente da republica.

No seu discurso José Eduardo dos Santos diz que, Angola exportou no ultimo trimestre do mesmo ano cerca de 151 milhões e 97 mil barris de petroleo, sendo 67 milhões 110 mil e 898 barris pertencentes à nossa Companhia nacional, Sonangol. Isto significa que, entre os 151 milhões e 97 mil barris,     84 milhões 859 mil e 102 barris pertencem as empresas estrangeiras e apenas 67 milhões 110 mil e 898 barris pertencentes à Sonangol.

Portanto veio aqui recordar-me da primeira logica estipulada em cima desta folha, o que significa que o nosso pais beneficia apenas de 40% do produto bruto do petroleo extraido dentro do nosso pais, isto é 60% do produto bruto, sustenta as diferentes empresas estrangeiras resistentes no nosso pais. Finalmente entre o produtor e o consumidor, quem é o chefe deste produto?

O chefe do Estado angolano, destacou a reabilitação de estradas, hospitais, escolas, minas e a reinserção social de 88 mil ex-militares da UNITA. Isto é absurdo e provocativo, na medida em as populações de Angolanas sofrem da pobreza, miséria, desemprego e injustiça. Os ditos hospitais, sofrem duma enorma carrência medicamentosa, falta de condições sanitàrias apropriadas e falta de médicos adequados. Logo a minha visita em 2001, no hospital Maria pia, constatei pessoalmente que, Angola é o unico pais produtor de petroleo e do diamante que deixa morrer o seu povo nas condições tão deshumanas, mesmo o cão europeu vive mais melhor do que um angolano dentro do seu pais.

Os ditos hospitais construidos recentemente em Luanda, servem apenas dos muatas, e são taxados em moedas estrangeiras que o angolano não consegue encontrar meios susceptiveis para este uso. No que se refere a reabilitação das estradas, Luanda é a cidade mais degradada, onde encontra-se mais dificuldades, mais aglomerações, por falta de condições de circulação, mais eficazes e seguras.

Do municipio do Kilamba-kiaxi até ao centro de cidade, é preciso mais de 10 horas de tempo e do Golf à Petrangol,15 horas de tempo. Os angolanos tornaram grandes zungueiros do continente, enquanto dos Santos anda nos aviões privados que custam mais de 1,5 milhão de dolares, quase o salàrio de 15 milhões de angolanos por ano.

Fasso-me a pergunta se na verdade, Angola ainda tem quadros politicos, capazes de impôr o regime de Luanda.

E verdade, Angola precisa dum governo legitimo e democràtico, capaz de adaptar o pais num crescimento rapidamente e capaz de transcender o conflito armado em Cabinda, tudo dependemente da escolha politica deste povo.

Por isso, chegou o momento de oferecer e cativar o nosso esforço em apoiar massivamente os partidos politicos e os representantes legais deste povo, que lutam em prol da democratização de Angola e que defendem escrupulozamente zelosamente a paz e as liberdades basicas e fundamentais deste povo.

Votar a favor do Mpla, é votar a pobreza, a miséria, a injustiça, a tortura e a insegurança no nosso pais.

Mas votar a favor da Oposição, é votar a mudança, a estabilidade, a justiça, a liberdade, a segurança e a democracia em Angola.

Chegou o momento de escolher o caminho para um futuro melhor, jà que a diàspora foi directamente ou indirectamente penalizada pelo Mpla, a Oposição angolana conta com os votos dos nossos irmãos e irmâs residentes no interior de Angola. Transmite este mensagem a sua, familia, aos seus amigos e amigas, em nome da mudança, liberdade e justiça no nosso pais.

Angola é potencial em recursos naturais, mas precisa duma boa gerência e um bom controlo dos seus bens.

Espertam-se e libertam-se do medo e da intimidação Eduardista.

Fonte: MPDA

        

             

 

 

 

 

 

 

 

       

 

 

 

 

 

 

 

 

   

 

 

 

 

 

 

 

 

 

       

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

       

 

 

 

 

 

 

 

  

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