Corrupção bem organizada na Justiça de Angola - Portugal

sexta-feira, 19 de Setembro de 2008

ANGOLA AGORA DE NOVO EM TRIBUNAL DE PORTUGAL POR BURLA

O PORQUÊ DO CAOS NA JUSTIÇA

“ O SISTEMA”

CASO “MADELEINE” APENAS UMA GOTA NO OCEANO

OUTRAS “VERDADES DAS MENTIRAS”

A CORJA

A CRIMINALIDADE NÃO É PRATICADA SÓ ATRAVÉS DAS ARMAS!


Rol dos Juízes dos Tribunais Cíveis e Criminais e Magistrados do Ministério Público envolvidos em corrupção ou crimes a ela conexos, – precisamente constantes do Livro “PREVENIR A CORRUPÇÃO” editado aos magotes pelo Ministério da Justiça, até aconselhando o povo à sua denúncia, – gravemente lesivo dos utentes dos tribunais e lastimávelmente do próprio pagador, o Estado que sustenta juízes e magistrados e, ainda por cima, como o país assiste, aguenta com as suas greves carregadas de imoralidade.

Infâmemente os nossos tribunais, alegadamente de um país tão moderno e democrático – e outrora lugares nobres, – são hoje antros que exalam um cheiro nauseabundo, pois lá pratica-se, pelo menos, crimes de prevaricação, tráfico de influências, abuso de poder e denegação de justiça, da autoria precisamente dos principais agentes da Justiça – sem tirar nem pôr, os senhores das becas e togas.

Tudo, no caso em apreço, para dar-se, dolosamente, cobertura ao Embaixador da República de Angola, Assunção Afonso de Sousa dos Anjos, um deliquente acreditado em Portugal – e ao seu mandatário judicial seleccionado, um dos Bastonários dos Advogados, Augusto Lopes Cardoso, – um trapaceiro assumido, – caricatamente, e sem que se saiba porquê, condecorado em 2006 pelo Presidente da República no dia de Camões, mas que, pelo seu desvairamento, consegue arrastar consigo juízes e magistrados á prática da corrupção, num processo em que a REPÚBLICA DE ANGOLA – estatísticamente o terceiro país mais corrupto do mundo – era Ré, depois de burla contínua desde 1996 no seu território, a um pequeno empresário português.

Eis então o Rol:

- Dos Juízes

- Tribunais Cível de 1.ª Instância de V.N.de Gaia

Juíza Maria do Rosário Martins

- Tribunal Cível da Relação do Porto

Juíz Desembargador Teles de Menezes e Melo

Juíz Desembargador Mário Fernandes

Juíz Desembargador Fernando Baptista

- Supremo Tribunal de Justiça

Juíz Conselheiro Pereira da Silva

Juíz Conselheiro João Bernardo

Juíz Conselheiro Oliveira Rocha

- Tribunal de Instrução Criminal de Lisboa

Juíza Maria António Andrade

- Dos Magistrados do Ministério Público

- Procuradoria-Geral Distrital do Porto

Procuradora-Adjunta Maria Isabel Pratina de Araújo.

- Supremo Tribunal de Justiça

Procuradora-Adjunta Odete Maria de Oliveira

Procuradora-Adjunta Isabel São Marcos

- Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP) Lisboa

Procuradora-Adjunta Cristina Henriques

Ainda por cima, através do Ministério dos Negócios Estrangeiros pela mão nomeadamente, do último e do actual Ministros, respectivamente, Dr. Freitas do Amaral – para aí, agora, entretido a emitir pareceres futeboleiros, – e Dr. Luís Amado – com muita pompa presente na recente cimeira da CLP, ambos, sabedores que em detrimento dos interesses de um cidadão nacional, causando-lhe elevadíssimos prejuízos, o Embaixador de Angola, desde 2004, violando em Portugal a “CONVENÇÃO DE VIENA”, à boleia da mesma e ao seu arrepio, após assunção dos Anjos ter sido constituído arguido pelo TRIBUNAL DE INSTRUÇÃO CRIMINAL DE LISBOA, – por alegado abuso de confiança qualificado ao empresário Português, – que lhe dão inqualificável guarida, evadindo-o da “nossa Justiça”, acoitando-o vergonhosamente no gozo de imunidade diplomática, pasme-se, ao abrigo da “CONVENÇÃO” violada! – dois ministros traidores.

Para cúmulo, da mesma atitude, de tamanha corrupção nos tribunais e delinquência diplomática, que corrobora o Ministério da Justiça, que infestou o país com tal livrinho, – sem se falar no Conselho Superior da Magistratura e Conselho Superior da Ordem dos Advogados que, também sabedores, comportam-se como se fossem covis de malfeitores, cobrindo, respectivamente, todos os Juízes e o Bastonário trapaceiro envolvidos no imbróglio.

Mais grave é que a mais alta hierarquia do Ministério Público, melhor dito, a Procuradoria Geral da República através do seu Vice-Procurador Dr. Mário Gomes Dias e a Procuradoria Geral Distrital do Porto, pela mão do Procurador-Geral Distrital Dr. Alberto Pinto Nogueira ,também, ambos, como pertencessem à antiga PIDE, que colocando-os acima da lei, ignóbilmente, encobrem todos os que compõe a corja.

Humanamente, qual será a criatura, à face da terra, confrontada a ter de enfrentar tão terrível pesadelo, que conseguirá enfrentar e resistir a tamanha corja?!