A Revolução é inevitável

A REVOLUÇÃO É INEVITÁVEL

Eram necessário dizasete anos para a organização das primeiras eleições legislativas e presidenciais em Angola, cujam resultados foram contestados pela maioria dos partidos políticos angolanos por razões fraudulentos. Isto é, as primeiras e as penúltimas aconteceram em Setembro de 1992, que tiveram como resultado o multipartidarismo temporário em Angola.. De facto, o optimismo e a esperança culminou apenas um ano nos corações dos angolanos. Depois da divulgação dos respectivos resultados, o nosso país vem mergulhar-se numa segunda guerra cívil sem meríto. Cuja esta, foi provocada certamente pelos camaradas do MPLA.

Os angolanos bem poderiam evitar um tal banho de sangue, evitar os insultos, intimidações, arrestações-extrajudiciárias e prisões arbitrárias para seguirem o único caminho para a pacificação e a democratização de Angola, que é o caminho de paz duradoura e liberdade. Foi dificilmente chegar a um acordo entre os beligerantes do Sul como do Norte. Era preciso que Angola sacrificasse involontariamente milhões dos seus filhos para chegar a estes resultados.

Foram assinados vários acordos do Sul, do Norte, do leste e do oeste, mesmo assim sem sucesso. Os dois elefantes manifestaram a sua gigantesca para demonstrar a sua potencialidade, afim de fazer sofrer as árvores e o capim. Alguns talvés compreenderam a razão que levou a morte do líder carismático da UNITA em particular e da África em geral Jonas M. SAVIMBI, mas dificilmente compreender a morte do prof. MFULUMPINGA Nlandu Victor , Presidente do PDP-ANA e membro do Conselho da República e tantos outros inocentes.

Num país como Angola, com políticos analfabetos, criminosos e ignorantes da história contemporânea estamos longe de acreditarmos numa verdadeira paz, com a presença dos tais criminosos e corruptos de nacionalidades insertas. Como prova, acho que cada um de nós apreciou  a brincadeirinha da lista apresentada pelos inimigos da nação.  QUEM CONHECE QUEM...?  

Quando num país, a liberdade de expressão torna o inimigo princípal, ainda com as mesmas figuras, este só terá como a única alternativa a mudança que transborda a ordem estabelecida pela ditadura. 

Só poderemos acreditar realmente numa verdadeira mudança, com a aproximação das eleições legislativas anunciadas depois de dizaseis anos de guerra cívil e só com as aspirações puramente patriotícas capazes de transcender a situação e proporcionar um programa que garante a descentralização e o retorno do poder ao povo angolano. E cujo este  direito, acaberá ao povo de eleger livremente e democraticamente os seus dirigentes para a futura legislatura.

Caso isto não vir acontecer, então podem creer numa Revolução ROMÉNIANGO, capaz de derrubar o regime e a ditadura em Angola. 

Porque a revolução é uma mudança importante na vida de um povo. Estas mudanças têm haver bem também com aspectos sociais ou políticos que os aspectos económicos ou tecnícos.

REVOLUÇÕES POLÍTICAS E SOCIAIS

As revoluções políticas caracterizem numa mudança radical de personalidade política e muito mais das instituições, no facto duma intervensão popular. As revoluções sociais se caracterizem pelas vastas mudanças de hierarquias sociais no facto duma reacção popular ou duma parte desta, contra a ordem estabelecida, como da República de Angola.

Estas intervensões acompanham-se na maioria de casos, duma utilização da violência (ou ao contrário, pode tratar-se de um conflito não-violento). Portanto, o exemplo do caso, após as revoluções russias e francesas (com o “terror”). Ele termina não somente quando os seus protagonistas tinham deixado a cena política, mas sim, depois dos seus sucessores conseguissem a impôr a sua versão revista  e corrigidas da história. Neste sentido, a revolução francesa teve exítos globavelmente apesar do abandono do calendário republicano enquanto que a revolução russa tinha implodida em 1991.

Caros compatriotas,

A maioria dos países do mundo, acabaram-se libertar através das revoluções mais contrária da guerra cívil.

REVOLUÇÕES NACIONAIS 

1ª Revolução

Inglesa (1641-1649)                                        Revolução Algerina (Algéria, 1954-1962)                                       

2ª Revolução Inglesa (1688-1689)                  Revolução dos cravos (Portugal, 1974)

Revolução Americana (1775-1783                  Revolução Veludo (Checoslováquia 1989)

Revolução brabançona (países bálticos            Revolução Romênia (1989) derrube do ditador  

austriácos 1787-1790)                                    Nicolae Ceauşescu           

Revolução francesa 1789-1799                      Otpor (i.e “Résistência”, em Sérba)(Sérbia)

Revolução batave (holandesa 1795-1806)       derrube do regime de Slobodan Miloŝevič

As três gloriosas                                              Revolução das Rosas (Jorgía, 2003)

(França, 1830) – (Belga 1830 Revolução)       Revolução cedro (Líbano, 2005)                              

Revolução de 1848 (França, 1848)                  Revolução dos Tulipas (Kirghizstan 2005                                                                                         

Revolução alemâ (1918)                                  Thailândia (2006)

Revolução Indonesiana (1945-1949)                    

A Liberdade não se negocia e não pode ser limitada que em nome da Liberdade.

Ser livre, é ser capaz de dizer não, de renunciar uma situação. A guerra cívil é um desses momentos da nossa história ou a nossa atitude tinha uma plena significação.  

Aceitar é ser complice, renunciar é tornar resistente, é riscar a fortuna e a morte. É pois uma dessas situações limitem ou os desejos podem somente ser autênticos.

A Liberdade não se pode medir nas situações sem risco, mas naquelas onde a nossa responsabilidade e as suas consequências são plenamente engajadas.

O homem é condenado de ser livre. O existentralismo é u humanismo. A liberdade do homem é absoluta e a única coisa que nós não podemos fazer, é de não deixar ser livre. Não existe outra aventura possível na necessidade da nossa escolha, pois não é escolher é.- Escolher para não escolher.

É o homem que define, o que ele deseja, aquilo que quer ser sem ser tributário duma natureza que lhe existerá antes. 

A DEMOCRACIA É O ESFORÇO PERPETUÁRIO DOS GOVERNOS CONTRA OS ABUSOS DO PODER

TODO POVO QUE ADORMECE EM LIBERDADE ACORDERA-SE EM SERVITUDE

O Vosso irmão

Massunguna da Silva Pedro

Presidente do MPDA